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Zoonoses de Paulínia tem 40 animais para doação


O Centro de Zoonoses de Paulínia tem 40 animais para serem doados a pessoas interessadas em ter animais domésticos. Para retirar um cachorro ou gato é necessário ir até a sede do zoonoses, à Rua dos Estados, nº 1.000, bairro Vila Bressani. O interessado assina um termo de responsabilidade e responde algumas perguntas simples, que tem como objetivo verificar se o requisitante irá cuidar bem do animal.


Para animais de grande porte, como cavalos, o interessado deve comparecer na Prefeitura de Paulínia e fazer uma requisição, no setor de Protocolo. O paço fica na Avenida José Lozano de Araújo, nº 1.551.


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A médica-veterinária coordenadora do Centro de Zoonoses de Paulínia,  Giorgia De Giusti Fernandes, orienta donos de animais domésticos a cuidarem de forma adequada dos bichos e, em hipótese alguma, abandonar o animal na rua. Os animais do centro de zoonoses foram resgatados, muitos em péssimas condições de saúde e há dias sem comer, em vias da cidade.


Entre os cuidados básicos em animais domésticos estão dar alimentos e água todos os dias, manter seco e limpo o local de permanência, disponibilizar local limpo e seguro para o sono, dar banhos regularmente, levar para passear, dar carinho e com frequência realizar atividades recreativas. Em caso de doenças também é necessário cuidar e levar no veterinário.

Bob

O boxer Bob, nome dado ao cachorro pela equipe da zoonoses, foi encontrado na região do João Aranha abandonado, com anemia, piodermite, erlichiose e miíase (popularmente conhecida como bicheira). O cão recebeu todos os cuidados e foi doado para o autônomo Flávio França, 32 anos, e sua filha Naiany, de 10 anos.

França relatou que escolheu retirar um cachorro do Centro de Zoonoses para fazer bem a um animal que foi abandonado. “Não gosto de comprar cachorros. Sempre tive cães de abrigos. Os bichinhos ficam muito gratos e fazem questão de nos agradecer com muito amor”, explicou.

O autônomo contou ainda que Bob será seu companheiro para caminhadas e que servirá ainda como cão de guarda, em razão de seu porte.

Já Naiany contou que não vê a hora de brincar com o novo amigo. “Quando cheguei aqui ele logo pulou em mim querendo brincadeira. Em casa vamos ter muito tempo para brincar”, revelou.


Foto: Giorgia, Bob, França e Naiany



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Autor Roger Dance

Sou criativo, polêmico, autodidata por natureza e político por opção. Meus ideais de uma sociedade justa e igualitária estão no sangue. Sejam bem vindos a minha vida e ao mundo da informação dos bloggers.