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Gangue de assaltos a bancos formada por ex-prefeitos invade São Paulo


Já pensou se homens mascarados de ex-prefeitos de São Paulo se reunissem para assaltar bancos? Parece loucura, mas no livro As Crônicas do Cascavel, de Guilherme Solari, isso acontece na fictícia capital paulistana.

– Povo de São Paulo – falou Maluf imitando o sotaque característico – Somos os seus ex-prefeitos! Viemos apenas relembrar um pouco dos velhos tempos e roubar um pouco mais do seu dinheiro! Roubamos, mas fazemos! Se esse não for um grande assalto, nunca mais votem em mim!

Quer saber mais sobre o livro As Crônicas do Cascavel e entrevistar o jornalista e escritor Guilherme Solari? Envie um e-mail para Renan Sapata: redacao1@liliancomunica.com.br

Entenda a obra que foi lançada recentemente em São Paulo pela editora Multifoco:

São Paulo: a grande puta cinza!

Em As Crônicas do Cascavel, o jornalista e escritor Guilherme Solari traz, por meio da ficção, a realidade da capital paulistana sob a perspectiva dos filmes de ação dos anos 80

O que aconteceria se Rambo, Robocop, Exterminador do Futuro, e outros personagens clássicos dos filmes de ação, dessem as caras por São Paulo? Cascavel, protagonista do novo livro do jornalista Guilherme Solari, é uma mistura de todos esses heróis – ou anti-heróis – que estrelaram longas de sucesso do cinema dos anos 80. O personagem não economiza tiros, socos e pontapés para limpar a cidade de todos os tipos de bandidos.
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Matei um bandido com um palito de dentes ontem à noite. Prendi no pescoço e enfiei fundo até a traqueia fechar. O cara se debateu feito um peixe fora d’água.

Em As Crônicas do Cascavel, antes de se tornar um vigilante da “grande puta cinza” – forma como ele se refere à cidade no livro -, Valter, ou Cascavel, era apenas um pacato dono de locadora falido, mimado pela mãe e fissurado por filmes de ação dos anos 80. Depois de sofrer uma série de assaltos no estabelecimento – com o último, inclusive, culminando na morte de sua amada tartaruga, Charles Bronson -, ele resolve usar tudo o que aprendeu com Chuck Norris, Van Damme, Stallone, Steven Seagal, entre outros, para proteger a capital paulista do crime que a cerca.

Uma cidade na qual o choro de uma criança se abafa e se perde em meio a um coro de milhões de corações partidos e perdidos na noite sem lei. Onde uma lágrima que escorre é apenas mais uma gota no oceano que se forma na imensidão de concreto. É a Grande Puta Cinza. Quão profundamente eu a odeio.

Na obra, Guilherme transformou diversos problemas do cotidiano do paulistano – e até do brasileiro -, em situações que desafiam o personagem Cascavel. Com muito bom humor, o autor traz ao público um exército de zumbis da Cracolândia e, até, uma gangue de assalto a bancos formada por ex-prefeitos. Nem a Virada Cultural, o Reveillón na Paulista e as enormes filas do Poupatempo fugiram da sátira do escritor.

Cascavel suspirou e juntou forças. Resolveu que era hora de enfrentar uma missão que o aterrorizava mais do que enfrentar uma dúzia de criminosos armados. Ele ia renovar o RG.

São Paulo, ou a “grande puta cinza”, nunca foi vista de uma maneira tão crítica e descrita com uma linguagem tão sarcástica e cômica. A personalidade típica de anti-herói do Cascavel vai fazer com que ele ganhe inúmeros fãs, ou, no mínimo, que arranque muitas risadas de seus leitores.

Sobre o autor: Guilherme Solari é jornalista e escritor. Fã de videolocadoras desde a infância, conhece muito bem os filmes de ação da década de 80. Também é autor do livro "Quando os Pesadelos Acordarem", que conta como um terremoto abriu rachaduras em São Paulo e destruiu a eletricidade da cidade. Desde 2005, ele alimenta o blog literário Taverna Fim do Mundo, em que escreve resenhas, crônicas e artigos.

Leia os primeiros capítulos e veja o trailer em: ascronicasdocascavel.com

Ficha Técnica
Crônicas de Cascavel
ISBN: 978-85-8473-311-8
Páginas: 332
Formato: 16x23 cm
Preço: R$ 53

Mais informações:
Lilian Comunica – Assessoria e Editorial
Renan Sapata
(11) 2275-6787 e (11) 95798-0006
redacao1@liliancomunica.com.br
www.liliancomunica.com.br



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Autor Roger Dance

Sou criativo, polêmico, autodidata por natureza e político por opção. Meus ideais de uma sociedade justa e igualitária estão no sangue. Sejam bem vindos a minha vida e ao mundo da informação dos bloggers.